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O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (1º). Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
G1 — Brasil · 2026-10-01T12:00:12.000Z
O dólar abriu a sessão desta quinta-feira (1º). Já as negociações do Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, começam às 10h.
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Em meio à nova escalada das tensões, os preços do petróleo voltaram a subir. Perto das 9h, o barril do Brent, referência internacional, operava em alta de 2,51%, cotado a US$ 100,49. Já o West Texas Intermediate (WTI), referência nos Estados Unidos, subia 1,81%, a US$ 92,06 o barril.
O dado foi bem recebido pelo mercado e reduziu as preocupações de que o BC americano subisse os juros já em outubro. A política de juros nos EUA tem reflexos no Brasil. Com as taxas em nível historicamente elevado, cresce a pressão para que a Selic, taxa básica de juros brasileira, permaneça em patamar alto por mais tempo, além de gerar efeitos sobre o câmbio.
Veja abaixo mais detalhes do dia no mercado.
Acumulado da semana: -0,13%;
Acumulado do mês: -0,10%;
Acumulado do ano: -5,73%.
Acumulado da semana: +0,32%;
Acumulado da semana: +1,56%
Acumulado do mês: +5,03%;
Acumulado do ano: +15,65%.
De olho nas eleições
A Quaest divulgada na segunda-feira mostra Lula (PT) com 39% das intenções de voto no 1º turno, contra 34% de Flávio Bolsonaro (PL). Na rodada anterior, os dois tinham 37% e 33%, respectivamente. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (Confira os principais dados da pesquisa)
🔎 No segundo turno, Lula e Flávio aparecem empatados em 42%. Outros 13% dizem que votariam em branco, nulo ou não votariam.
Ronaldo Caiado (PSD) aparece com 4% das intenções de voto no primeiro turno, mesmo percentual da rodada anterior. Romeu Zema (Novo) tem 1%, também estável em relação ao levantamento anterior.
O levantamento ouviu 2.004 pessoas entre 24 e 27 de setembro, com nível de confiança de 95%.
Em relação à avaliação do governo, 49% desaprovam o trabalho de Lula e 46% aprovam.
Já na taxa de rejeição, Flávio aparece com 56% e Lula, com 54%.
Nos Estados Unidos, os principais índices de Wall Street fecharam mistos, após dados de inflação abaixo do esperado aumentarem expectativas de que o Fed pode não aumentar os juros já no próximo mês.
O Dow Jones caiu 0,86% e o S&P 500 recuou 0,20%, enquanto o Nasdaq Composite avançou de 0,24%.
Já na Europa, os principais índices da região fecharam em queda, em meio ao aumento dos rendimentos dos títulos globais. O índice pan-europeu STOXX 600 caiu 0,5%.
Entre os demais índices da região, o DAX, da Alemanha, caiu 0,79%, enquanto o CAC-40, da França, perdeu 0,89% e o FTSE 100, do Reino Unido, recuou 0,29%.
Na Ásia, as bolsas chinesas fecharam mistas nesta quarta-feira (30), após as medidas de estímulo anunciadas pelo governo chinês terem decepcionado investidores.
O SSEC, Índice de Xangai, teve alta de 0,31%, enquanto o CSI 300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,29%. Entre os demais índices da região, o Hang Seng, de Hong Kong, subiu 0,37%, o Nikkei, do Japão, teve ganhos de 1,94% e o Kospi, da Coreia do Sul, desvalorizou 0,48%.
Notas de real e dólar
Amanda Perobelli/ Reuters
* Com informações da agência de notícias Reuters.